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Açores - Ribeira Seca - Santa Bárbara - Ribeira Grande - Açorianos
Recentemente, a Junta de Freguesia, em mais uma iniciativa do elenco do meu amigo Carlos Anselmo, lançou a sua página na Internet. Seria redundante estar a colocar informação existente noutros sites. A título pessoal, futuramente colocarei alguns pontos a que sentimental e pessoalmente me sinto ligado. Façam uma visita virtual à Ribeira Seca, da Ribeira Grande, em http://www.jfribeiraseca.globaleda.pt
Igualmente dei o meu contributo para a sociedade, concretizando o sonho de fundar um Grupo de Escoteiros e fazendo, actualmente, parte da equipa da Junta de Freguesia com os meus amigos Miguel Sousa (Presidente) e Patrícia Costa (Secretária). Para mais informações sobre esta freguesia basta clicar em http://fsbarbara.no.sapo.pt.
Situada na costa norte da ilha do Arcanjo, esta cidade e respectivo Concelho possuem uma vasta oferta para o turismo rural, que vai desde as suas praias até às suas montanhas, com destaque para o Areal de Santa Bárbara e para a Lagoa do Fogo. Vale a pena visitá-la pessoalmente, mas se não puder, dê uma olhada em http://www.cm-ribeiragrande.pt/! Poderia ter um "trabalhão" e ir pelas páginas já publicadas sobre a Ribeira Grande e, como que, plagiar o que lá existe, mas optei por tentar colocar nesta página algo novo e, se possível, original, ao mesmo tempo disponibilizando links para as páginas já existentes sobre a Ribeira Grande - algumas podem já não estar activas - e sobre o que por cá se faz a nível socio-cultural, de desporto, comércio e indústria, comunicação social. Páginas pessoais José Pacheco (Ribeira Grande Digital) http://www.terravista.pt/aguaalto/1122/ http://www.terravista.pt/aguaalto/1449/
Educação, sociedade e cultura AEP - Grupo de Escoteiros n.º 196 Associação Humanitária Bombeiros Voluntários da Ribeira Grande Centro de Informática e Tecnologia de Rabo de Peixe Escola Básica 2,3 Rui Galvão de Carvalho Escola Básica 3/Secundária da Ribeira Grande Escola Básica 3/Secundária da Ribeira Grande - Projecto "Ciência Viva" Escola Básica 3/Secundária da Ribeira Grande - Clube do Ambiente Escola Básica 3/Secundária da Ribeira Grande - Clube de Inglês Insulac, Produtos Lácteos, Lda. Santa Casa da Misericórdia do Divino Espírito Santo da Maia
Desporto Clube Karate-do Ribeira Grande
Comércio e indústria Advogado Eduardo da Silva Vieira CM Import&Export - Sua nova loja na Ribeira Grande Construções Fernando Terceira, Lda. Nuno Silva & Natalícia Maré, Mediação de Seguros, Lda. Óptica Central da Ribeira Grande
Para consultar informações sobre estes açorianos, basta clicar sobre a foto ou nome respectivo. Para voltar ao topo, basta clicar sobre o link no final de cada descrição. Quem tiver informações, ou açorianos que não estejam nesta lista, envie-me um e-mail, que eu terei todo o gosto em inserir essa informação nesta página.
Há outros açorianos que se distinguiram e ainda se distinguem na vida açoriana, portuguesa, internacional e mundial, mas que ainda não consegui informações sobre eles. Se alguém tiver informações, é só mandar um e-mail para sputnik_2000@hotmail.com. - José Eduardo Moniz (TVI) - Roberto de Mesquita - Luís Bettencourt (irmão de Nuno Bettencourt) - Canavias (orquestra metropolitana de LX) - Roberto Carvalho (repórter numa estação de TV americana) - Pedro Bicudo (correspondente da RTP em Washington)
Pedro Miguel Carreiro Resendes, mais conhecido por Pauleta,
é, provavelmente, o açoriano mais conhecido do mundo. Nascido a 28 de Abril de 1973,
natural de S. Roque, este embaixador dos Açores, teve a sua primeira
internacionalização frente à Arménia no dia 20 de Agosto de 1997. Daí para cá
tem sido uma constante nas convocatórias da selecção principal do nosso País. Esta jovem açoriana, natural de Ponta Garça, S. Miguel, e radicada em Toronto, Canadá, tem todo o orgulho de ser açoriana. Provas disto é a contínua referência ao nosso arquipélago nas entrevistas e a bandeira da Região que ostenta orgulhosamente no seu violão. O seu local preferido para as férias: a sua terra natal. É preciso dizer mais? Fan Club: http://nelly.clix.pt Website oficial: http://www.nellyfurtado.com
De nome completo João Bosco Soares
Mota
Amaral, nasceu 15 de Abril de 1943 e é actualmente o Presidente da Assembleia da
República, eleito deputado da República pelo Partido Social Democrata, no
Círculo Eleitoral dos Açores, este
advogado, com Licenciatura e Mestrado em
Direito exerceu vários cargos. A saber, Chefe de Redacção da revista Rumo
(1965/1969); Membro do Centro de Estudos Fiscais (1969/1975); Deputado à
Assembleia Nacional (1969/1974); Membro fundador do PPD nos Açores (1974);
Deputado à Assembleia Constituinte; Presidente do Governo da Região Autónoma dos
Açores (1976/1995); Membro e Presidente da Delegação Portuguesa ao Congresso
Permanente dos Poderes Locais e Regionais da Europa (1979/1995); Presidente da
Comissão das Ilhas da Conferência da Regiões Periféricas Marítimas da Comunidade
Europeia (1994/1995); Vogal da Comissão Permanente da Assembleia das Regiões da
Europa; Chefe da Delegação Portuguesa no Comité das Regiões; Vice-Presidente do
Comité das Regiões (1994/1995).
Fonte: http://www3.parlamento.pt/deputados/biografia_ix/bio390.html Nascido em São Miguel, este rapper natural de Rabo de Peixe, cresceu na cultura rica desta ilha, à beira mar embalado pela voz doce da mãe ecoando pela casa enquanto cantava. Em 1984, a família emigra para os Estados Unidos, mais concretamente para East Somerville, em Massachussets. Aí toda a família lutou para vingar na vida e onde Sandro G recebeu as lições de vida nas ruas de Somerville e Cambridge.
Fonte: http://indecentmusic.com/artists/sandro Este terceirence nascido a 20 de Setembro de 1966, na Praia da Vitória, mudou-se com a família para Boston com a idade de 4 anos. Casou na Vila Franca do Campo, S. Miguel, no dia 27 de Agosto de 1994 com a cantora australiana Suze deMarchi. Antes de vingar na vida como cantor, trabalhou numa estação de serviço, nas limpezas num edifício de Segurança Social e inspector numa das fábricas da famosa Cervejaria Coors. Alcançou maior sucesso com a banda americana Extreme, mas antes disso teve um percurso musical que passou pelas bandas Overseas, Myth, Viking, Ruin e Sinful. Actualmente, incorpora o projecto Mourning Widows. As suas influências são Queen/Brian May, Prince, Jimmy Page e o seu irmão Luís. A guitarra é o seu instrumento de eleição, mas está à-vontade com outros instrumentos como viola-baixo, bateria, teclas, enfim, praticamente tudo onde possa por as mãos e que sirva de instrumento musical, para além de se sentir à-vontade como voz principal ou acompanhante.
Fonte e website oficial: http://www.nuno-bettencourt.com Nasceu na ilha em Ponta Delgada, ilha de São Miguel em 1923 e faleceu em Lisboa em 1993. Personalidade intelectual versátil, dedicou-se a vários géneros, além de marcar a sua presença na política e na imprensa. Sua produção abrange a poesia, o romance, o teatro, o ensaio, memórias, relatos de viagem, organização de antologias e colaboração em vários jornais e revistas. Embora tenha começado pela literatura infantil (A Grande Aventura de um Pequeno Herói, 1945) e pelo romance (Anoiteceu no Bairro, 1946) foi na poesia que encontrou a expressão mais depurada de seu temperamento a um só tempo lírico e irónico, características acentuadas a partir de Dimensão Encontrada (1957) e em suas obras dramáticas. Dentro dessa linha, que a tendência surrealista da poesia portuguesa pós-1950 vem sublinhar, compôs grande parte de sua obra poética, revelando um discurso lírico insólito e singular a oscilar entre a linguagem alegórica e a voz interventora. Estão neste caso, por exemplo, Passaporte (1958), o longo poema Cântico do País Emerso (1961) e mais tarde Mátria e Maçãs de Orestes (1970). Em seu livro Poemas a Rebate, publicado em 1975, chama, na introdução, ao conjunto de seus “poemas indóceis” de “pentagrama de indignação”. Indignação constante é o que não falta á obra de Natália Correia seja motivada pela censura que a amordaçou por longo tempo, seja por uma insurreição natural a todos os engodos ideológicos da organização social. A capacidade de abranger, contudo, várias expressões líricas, bem como sentimentos e visões aparentemente opostos, entre a subjectividade romântica e a objectividade realista, levaram-na à composição, nos dois últimos anos, de Sonetos Românticos (1991, Grande prémio da Poesia APE/CTT), na poesia, e ao romance As Núpcias (1992). No primeiro, parece voltar à primeira fase de sua expressão em virtude da abstracção do objecto lírico, não obstante, agora, mais intelectualizada, beirando certo misticismo da criação poética, da escrita, da expressão verbal. Por isso, define o soneto como “misterioso nó que em sacra escrita / cimos e abismos une”. Abismos, que enfim, de onde sempre procurou garimpar a sua “aurífera” poesia.
Fonte e website oficial: http://www.leme.pt/biografias/portugal/letras/nataliacorreia.html
De nome
completo Jaime José Matos
da Gama, este
deputado da Assembleia da República eleito pelo PS no
Círculo
Eleitoral de Lisboa, nasceu no dia 8 de Junho de 1947.
Fonte: http://www3.parlamento.pt/deputados/biografia_ix/bio172.html
José Manuel
de Medeiros Ferreira, deputado
da Assembleia
da República eleito pelo PS no
Círculo
Eleitoral dos Açores, nasceu no dia 22 de Fevereiro de 1942. Este
Professor Universitário doutorado em História Institucional e Política
desempenha o cargos de Membro da Comissão
Política do Partido Socialista, para além, claro, de deputado. Fonte: http://www3.parlamento.pt/deputados/biografia_ix/bio1469.html Este açoriano, infelizmente, já não se encontra entre os vivos. Faleceu no dia 7 de Março de 2003, aos 55 anos vítima de doença prolongada. Licenciado em Relações Internacionais pela Universidade Independente era também docente da cadeira de Tecnologia da Comunicação II, do 3º ano do curso de Ciências da Comunicação nesta. Fernando Balsinha era principalmente conhecido pelo trabalho que prestou na televisão. A sua paixão pelo jornalismo era evidente pela dedicação que mostrava em tudo o que fazia profissionalmente. Iniciou a sua carreira na RDP no início dos anos 70, depois de ter desistido da licenciatura de Medicina, quando frequentava o último ano do curso. Em 1973 entra para os quadros da RTP e foi o primeiro a anunciar, em 25 de Abril de 1974, que o Movimento das Forças Armadas ocupara os estúdios da televisão pública e a queda do governo de Marcelo Caetano. Na televisão do Estado começou a trabalhar como redactor, passou pelo cargo de Director de Informação e, em 1995, pertenceu ao Conselho de Administração. O último cargo que ocupou na estação foi o de director de Relações Internacionais. Fernando Balsinha foi, ainda, correspondente da RTP na delegação que fundou, em Bruxelas, por um período de cinco anos. Foi na capital belga que Balsinha se interessou pelos assuntos europeus. Em 1992, na altura da primeira presidência portuguesa do Conselho Europeu de Ministros, foi porta-voz deste órgão. Nos anos seguintes, quando João de Deus Pinheiro assumiu o cargo de Comissário Europeu, foi também assessor de imprensa do ex-Ministro dos Negócios Estrangeiros.
Fonte: http://www.uni.pt/novidades/arquivo/03_10_2003.htm Por ser filha de Carlos Alberto Moniz, a vida de Lúcia Moniz sempre esteve ligada à música. Por isso, logo aos 6 anos foi estudar para a Academia de Música de Santa Cecília. Aos 15 anos teve a oportunidade de estudar música durante um ano nos Estados Unidos da América. Lá, entrou para o coro da escola e mostrou algumas das suas composições à professora. Sabias que Lúcia Moniz pôs toda a gente a cantar o "Milho Verde" em português e a ouvir fado? Todos adoraram! Antes de participar no Festival da RTP da Canção, em 1996, Lúcia Moniz participou em várias produções de discos e para a televisão. Sabias que nessa altura ainda só tinha 18 anos? Pois é, a cantora sempre foi muito independente e que o facto dos pais serem conhecidos não teve nada a ver com o seu sucesso! Sabes como é que conseguiu entrar na telenovela "A Grande Aposta"? Soube que estavam a fazer audições, telefonou para lá e marcar uma entrevista e fez o "casting" (momento de mostrar que se sabe representar). Concorreu com bastantes pessoas e contracenou com vários actores. Acabou por ser ela a escolhida! Para além de televisão, Lúcia Moniz também já fez teatro. Fez a peça "Leonardo, Barbette, Leo e os Anjos". É importante referir que foi uma das autoras da música deste espectáculo, juntamente com João Henriques. O primeiro disco, "Magnólia", só chegou em 1999. O álbum tem muita qualidade porque os temas não foram escolhidos ao acaso, foi uma recolha lenta e trabalhosa. Foram precisos 3 anos, mas valeu a pena esperar! Foi gravado nos EUA e produzido por Nuno Bettencourt, dos Extreme, que Lúcia considera ser um dos melhores guitarristas do mundo. Por isso foi como tornar um sonho realidade! O primeiro single chama-se "Dizer que Não", seguido de "Try Again", um dueto entre os dois. O facto mais recente é o facto de ter participado no filme “Love Actually”, onde contracenou com estrelas reconhecidas como Hugh Grant e Ema Thompson.
Fonte: http://www.jovem.te.pt/servlets/Lazer?P=Musica&ID=4832
Pai da cantora e actriz Lúcia Moniz, Carlos
Alberto Moniz é considerado um dos artistas mais completos da cena musical em
Portugal.
Participou em espectáculos em Portugal e no
estrangeiro com José Afonso, Adriano Correia de Oliveira e Carlos Paredes, com
os quais gravou vários discos.
Autor e intérprete de música para crianças,
assina regularmente na Rádio Televisão Portuguesa a música de Programas Infantis
e Juvenis como "Fungagá da Bicharada", "Zarabadim", "Era uma Vez", "Mimix", "O
Rato dos Livros", "Vamos Cantar um Conto" dos quais se salienta a Direcção
Musical dos programas "Com Pés e Cabeça", "Sons do Sol" e "Arca de Noé", para o
qual compôs mais de 200 canções originais.
São também da sua responsabilidade as Bandas
Sonoras de várias produções para cinema e televisão de onde se destacam de entre
outros "Duarte & Companhia", "O Beijo de Judas" , "Crime de Luxo", "Mau Tempo no
Canal" e "O Bando dos Quatro", sendo também autor de jingles publicitários e
ainda dos arranjos para quase toda a sua produção discográfica e televisiva.
Escreveu de parceria com José Jorge Letria
ao longo de 25 anos, entre outros trabalhos "Rua dos Navegantes" ao qual foi
atribuído o prémio "Casa da Imprensa" e a cantata intitulada "Macau m Sonho
Oriental", subordinada ao tema da presença dos portugueses no Oriente.
È detentor de prémios de vários concursos a
nível da composição e orquestração, nomeadamente "Prémio Marceneiro da Cidade de
Lisboa" e "Prémio Lacticoop".
Nos anos de 1990 e 1992 deslocou-se
respectivamente a Zagreb e a Malmo na qualidade de orquestrador e director de
orquestra da canção representante de Portugal no Festival Eurovisão da Canção.
Em 1991 representou Portugal como autor e
intérprete no Festival da Canção em Corfu.
Foi membro da Direcção da Sociedade
Portuguesa de Autores por dois mandatos, exerceu durante dois anos o cargo de
Consultor para a Programação Infanto-Juvenil da TVI, estação onde manteve
durante 17 meses o Programa diário "A Casa do Tio Carlos", considerado pela
crítica o melhor programa infantil da televisão portuguesa da actualidade e
também de maior aceitação junto do público infantil.
Em Setembro de 1994 regressa aos ecrãs do
Canal 1 da RTP como apresentador e compositor do Programa "Arca de Noé".
Comemora em 1999 , 25 anos de autoria de
Marchas e Passodobles dedicados à Ilha Terceira.
Foi galardoado com os Diplomas de Mérito da
Associação Nacional de Bombeiros e da Liga Protectora dos Animais.
È actualmente o Presidente da Assembleia
Geral do Sindicato Nacional dos Músicos.
A sua versatilidade artística e humana
proporciona momentos musicais de rara qualidade, quer no âmbito da música
popular açoriana, quer no da música infantil. A comprová-lo, 25 anos de carreira
dedicados a público de todas as idades, nos meios urbanos e rurais, em Portugal
e na emigração.
Fonte e website: http://www.terravista.pt/guincho/1491 Antero de Quental (1842-1891) nasceu em Ponta Delgada, Açores e constitui um dos maiores vultos da literatura poética portuguesa. Licenciou-se em Direito na Universidade de Coimbra (1864). Revolucionário de temperamento, foi o ideólogo da sua geração literária, desempenhando papel central na Questão Coimbra e nas Conferências do Casino. Como prosador deixou ensaios sócio-históricos e filosóficos. Como poeta, o seu lirismo de temática filosófica concentra-se na severidade do sonho, relatando o seu itinerário íntimo desde a dúvida religiosa até ao panteísmo de inspiração orientalista. A autenticidade dolorida do seu lirismo (Sonetos) só tem paralelo na lírica de Camões. Em Odes Modernas adopta um tom mais revolucionário.
Hoje, na sua terra natal há marcos da sua pessoa e
personalidade, onde se destacam o Jardim Antero de Quental, a Avenida Antero de
Quental e a Escola Secundária Antero de Quental, mais conhecida por "O Liceu". Fonte: http://www.laurapoesias.com/poetas/antero_de_quental_biog.htm
Vitorino Nemésio No dia 12 de Fevereiro de 1926, casa com Gabriela Monjardino de Azevedo Gomes, de quem terá quatro filhos, a primeira das quais, Georgina, nasce em Novembro. A 20 de Fevereiro de 1978, morre em Lisboa, no Hospital da CUF, e será sepultado em Coimbra, no cemitério de Santo António dos Olivais. Publica-se o primeiro estudo em livro que lhe é exclusivamente consagrado: Vitorino Nemésio, a Obra e o Homem, de José Martins Garcia. Muito mais há a dizer sobre este grande homem açoriano das letras. Para mais informações, é favor consultar o link que se segue.
Fonte: http://www.instituto-camoes.pt/escritores/nemesio/biografia.htm João de Melo nasceu na ilha de São Miguel, Açores, em 1949 e aí viveu até concluir a instrução primária. Em finais dos anos 50, parte para o continente, a fim de prosseguir os seus estudos. Reside na cidade de Lisboa desde 1967. Mobilizado para Angola em 1971, esteve vinte e sete meses na guerra colonial como graduado dos serviços militares de saúde, experiência que viria a determinar uma parte significativa da sua futura obra literária. Trabalhando e estudando, foi, sucessivamente, desenhador urbanístico, colaborador da imprensa cultural, técnico de relações de trabalho num sindicato, monitor de Literatura Portuguesa e Francesa na Faculdade de Letras de Lisboa, director editorial e, finalmente, professor do ensino secundário desde que se formou em Filologia Românica pela mesma Faculdade, em 1981. Enquanto escritor, tem-se notabilizado sobretudo como ficcionista, embora tenha obra publicada em domínios como a ensaística, a investigação, a crítica literária, a poesia e a crónica. A sua obra de ficção obteve as seguintes distinções: Prémio Dinis da Luz (atribuído ao romance O Meu Mundo não é deste Reino), Prémio Associação Cultural (ao livro de contos Entre Pássaro e Anjo). Ao romance Gente Feliz com Lágrimas (traduzido na Espanha, França, Holanda e Roménia) foram atribuídos o Grande Prémio do Romance e Novela da A.P.E., o Prémio Eça de Queirós da Cidade de Lisboa, o Prémio Cristóbal Colón das Cidades Capitais Ibero-Americanas (Lima, Peru) e o Prémio Fernando Namora: Prémio Antena 1 de Literatura. Traduzido por Gregory Rabassa, o romance O Meu Mundo não é deste Reino será publicada em breve nos Estados Unidos. João de Melo tem contos e outros textos traduzidos em alemão, francês, castelhano, romeno, italiano e inglês (Estados Unidos). Obras: Histórias da Resistência (contos, 1975), A Memória de Ver Matar e Morrer (romance, 1977), Antologia Panorâmica do Conto Açoriano (organização, prefácio e notas, 1978), A Produção Literária Açoriana nos Últimos 10 Anos (ensaio, 1980), Navegação da Terra (poesia, 1980), Toda e Qualquer Escrita (ensaios, 1982), Há ou não uma Literatura Açoriana? (ensaio, 1982), O Meu Mundo não é deste Reino (romance, 1983), Autópsia de um Mar de Ruínas (romance, 1984), Entre Pássaro e Anjo (contos, 1987), Os Anos da Guerra (antologia em 2 volumes, 1988), Gente Feliz com Lágrimas (romance, 1988), As Manhãs Rosadas (conto, 1991), Crónica do Princípio e da Água (conto, 1991), Bem-Aventuranças (contos, 1992), Dicionário de Paixões (crónicas, 1994), O Homem Suspenso (1996).
Fonte: http://www.ipn.pt/opsis/litera/jmelo.htm Roberto Ivens foi um explorador, viajante e investigador português nascido nos Açores. Fez dupla com Hermenegildo Brito capelo, em diversas viagens ao interior de África, por terras totalmente desconhecidas para os europeus. Percorreram os lugares mais remotos, recolhendo notas das suas observações e descobertas, contribuindo as mesmas para a evolução da geografia e meteorologia. Roberto Ivens (1850-1898), filho de pai português e mãe inglesa.Nasceu a 12 de Junho de 1850 na ilha de S. Miguel nos Açores. Veio para o continente muito novo (1867) e apenas com dezassete anos assentou praça na armada. Completou o curso da escola naval em 1870. De seguida, embarcou para a Índia, como aspirante a bordo da Corveta "Estefânia", na tentativa de fazer parar a revolta das tropas de Goa. Voltou dessa viagem promovido a guarda marinha e, logo a seguir à sua chegada a Lisboa, partiu para Angola na corveta "Duque da Terceira". Na costa angolana percorreu os postos principais embarcando na canhoneira "Rio Minho" e na escuna "Napier". Estava em S. Tomé quando, em 1864, o transporte "Martinho de Melo", o trouxe para Portugal. Nesse mesmo ano embarcou novamente na corveta "Duque da Terceira" tendo ido a S. Tomé, ao Pará, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e Montevideu. Voltou a embarcar para os Estados Unidos em 1876. Participou em várias explorações em África. Em 1877 foi nomeado juntamente com Hermenegildo Capelo e Serpa Pinto, para exploração, estudo e descobrimento no interior de África, nos territórios compreendidos entre Angola e Moçambique. Efectuou juntamente com H. Capelo, no âmbito dessa nomeação duas explorações em África do que resultou o livro: "De Angola à Contra-Costa". Um dos objectivos dessas explorações era tentar estender o domínio português entre Angola e Moçambique originando o famoso Mapa-cor-de- rosa. Roberto Ivens, oficial da Marinha de guerra e famoso explorador de África, celebrizou-se mundialmente nas suas viagens de descoberta, exploração científica e travessia do continente africano.
Na célebre travessia foram percorridas 4.500 milhas
geográficas, 1.500 das quais por regiões ignotas, tendo feito numerosas
determinações geográficas, observações meteorológicas, colheitas de fósseis,
minerais, conchas terrestres e fluviais, colecções botânicas etc... Fonte: http://educom.fct.unl.pt/proj/por-mares/roberto-ivens.htm Nascido na cidade da Horta, na ilha do Faial a 8 de Julho de 1840, este advogado distinto, poeta, escritor e antigo deputado era filho de D. Sebastião de Arriaga Brum da Silveira e de D. Maria Cristina de Arriaga Caldeira. Foi, simplesmente, o primeiro Presidente da nossa República. Matriculado no Universidade de Coimbra, na faculdade de direito, fez um curso brilhantíssimo, afirmando-se logo nas lições dos primeiros anos como tribuno, revelando as mais distintas qualidades oratórias a par de não menores qualidades de talento. Terminando o curso, foi para Lisboa e abriu banca de advogado, e, com a fama que já o acompanhava, facilmente se tornou bem conhecido pelas causas de que se encarregava com a maior felicidade, sendo considerado como um dos melhores advogados de Lisboa. Depois de uma vida extremamente preenchida nos campos da política e da advocacia, faleceu no dia 5 de Março de 1917.
Fonte: http://www.arqnet.pt/dicionario/arriagamanuel.html Ernesto do Canto Faria e Maia nasceu em Ponta Delgada, ilha de São Miguel, no ano de 1890. Era filho de António Cardoso de Faria e Maia, por sua vez, filho do Visconde de Faria e Maia, e sua mãe, Maria Ernestina, tinha como pai o intelectual e historiador Ernesto do Canto. O ambiente familiar era propício à cultura sustentado por desafogo financeiro. Na formação do artista teve grande influência sua mãe que terá transmitido ao filho a sua inquietação intelectual. A importância da mãe como centro de afectos e de propostas intelectuais e as características da ilha com a sua pujança telúrica e vegetal moldaram o carácter do escultor que, durante toda a vida, terá dois pólos geográficos e culturais interactivos com fundamental importância no seu pensamento: S. Miguel e Paris. Em 1907, Canto da Maya termina o curso dos liceus e matricula-se na Escola Superior de Belas Artes. Conclui o Curso Geral e matricula-se em Arquitectura. Em 1912 participa na 1ª Exposição dos Humoristas Portugueses ao lado de vários artistas como Cristiano Cruz, Jorge Barradas, Almada Negreiros, e muitos outros, no que pode ser considerado como a primeira manifestação do Modernismo em Portugal. 1919 é um ano chave na carreira do escultor. Casa com Mathilde que será seu modelo em algumas obras importantes, faz a sua primeira exposição individual e define o seu estilo. Em 1933 Mathilde e Canto da Maya separam-se. Os filhos acompanham a mãe. Em 1938, casa com uma exilada russa, Vera Pouritz, que será a sua companheira até morrer. Em 1977, morre Vera. Em 1981 morre Canto da Maya. Durante a sua longa carreira recebeu vários prémios. A saber, Menção Honrosa na 11ª Exposição da Sociedade de Belas Artes (1914), Medalha de 2ª Classe , em Escultura, da Sociedade Nacional de Belas Artes (1916), Medalha de Ouro pela decoração dos Estúdios Pomone dos Armazéns Bon Marché e Diploma de Honra pelas estátuas Pomona e Flora nos jardins do Pavilhão da Cidade de Paris (1925), Grand Prix da Exposição Internacional das Artes e Técnicas na Vida Moderna, em Paris (1937), Condecoração com o grau de Oficial da Ordem Militar de Santiago de Espada (1941), Prémio Manuel Pereira do Secretariado de Propaganda Nacional (1944) e Eleito Vogal Honorário da Academia Nacional de Belas Artes (1966).
Fonte: http://www.eb23-canto-maia.rcts.pt/biografia.htm Domingos Maria Xavier Rebelo nasceu em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, a 3 de Dezembro de 1891. Era filho de José Eduardo Rebelo e de Georgina Augusta Pereira Rebelo. Foi casado em primeiras núpcias com Maria do Carmo Berquó de Aguiar, natural de Ponta Delgada que faleceu sem deixar descendentes. Em segundas núpcias casou-se com Josefina Correia, natural de Viseu, de quem teve cinco filhos. Desde muito novo revelou propensão para o desenho e para a pintura. Com apenas treze anos de idade iniciou-se publicamente no mundo das artes como amador, através da exposição de um quadro na montra da Loja Duarte Pereira Cardoso, sita à rua Nova da Matriz, actual António José de Almeida. Tal facto mereceu a atenção dos Condes de Albuquerque que viriam a custear os seus estudos em Paris, para onde partiu com a tenra idade de 15 anos, onde viveu durante 6 anos. Durante a maior parte da sua vida em Ponta Delgada, residiu na antiga Rua Papa Terra, em frente à Escola que hoje ostenta o seu nome. No longo percurso dessa instituição - Escola de Artes e Ofícios Velho Cabral, Escola Industrial e Comercial Velho Cabral, Escola Industrial e Comercial de Ponta Delgada e actual Escola Secundária Domingos Rebelo, desde 1 de Janeiro de 1979 - em três momentos distintos se fez sentir a presença do pintor: primeiro como aluno, depois como professor e ainda como director. Foi ainda professor de desenho do então Liceu Nacional de Ponta Delgada. Foi membro da Sociedade Nacional de Belas Artes de que foi director e vogal da Academia Nacional de Belas Artes entre 1947 e 1970 e a partir dessa data vogal honorário. Domingos Rebelo faleceu em Lisboa no dia 11 de Janeiro de 1975.
Fonte: http://www.terravista.pt/aguaalto/2366/doming1.html
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