A MINHA TERRA

Açores - Ribeira Seca - Santa Bárbara - Ribeira Grande - Açorianos


AÇORES

Açores, a terra que me viu nascer. Nove rochedos plantados no meio do Atlântico, tocados pelo dedo de Deus, tal a beleza singular que emana de cada uma dessas ilhas, que crêem alguns se trate dos cumes das montanhas da mística Cidade Perdida da Atlântida.

Espaço místico, "estrategicamente colocado pelo Criador" entre os continentes europeu e americano, desempenhou em tempos um ponto de referência aos antigos navegadores que faziam a travessia entre os dois mundos.

Actualmente continua a ser ponto de paragem e abrigo para os modernos navegadores que se aventuram pelas águas selvagens do Atlântico.

Infelizmente, há outros interesses para os  Açores. Por um lado, o militar, onde existe actualmente ainda uma base militar estrangeira activa: a Base Americana das Lajes; para além de outros povos também estiveram cá militarmente interessados, nomeadamente, os franceses.

Com uma economia assente no sector primário, depressa o povo ilhéu compreendeu que tinha de se adaptar aos novos tempos. Nessa perspectiva, tem havido um esforço reforçado nas áreas turística e tecnológica, onde se destacam o aparecimento de vários empreendimentos turísticos nos campos de observação de cetáceos, percursos pedestres, assim como hoteleiros e na área de restauração.

Eis alguns sites que falam sobre os Açores e que acho que merecem destaque:

Portal - http://acores.sapo.pt
Pessoal - http://pierre.inazores.com/acores.htm
Institucional - http://www.azores.gov.pt

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RIBEIRA SECA

Ribeira Seca, freguesia onde cresci e tantas alegrias tive. Onde tive o privilégio de conhecer e crescer com pessoas que muito deram e continuam a dar à sua terra e que tenho o orgulha de chamar de amiga. Onde "nasci para o Escotismo" e onde ainda tenho muitos amigos.

Recentemente, a Junta de Freguesia, em mais uma iniciativa do elenco do meu amigo Carlos Anselmo, lançou a sua página na Internet. Seria redundante estar a colocar informação existente noutros sites. A título pessoal, futuramente colocarei alguns pontos a que sentimental e pessoalmente me sinto ligado. Façam uma visita virtual à Ribeira Seca, da Ribeira Grande, em http://www.jfribeiraseca.globaleda.pt

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SANTA BÁRBARA

Em Santa Bárbara cresceu a minha família por casamento e por amizade, aqui baptizei-me e encontrei a minha companheira para a vida, com quem tive 2 lindos filhos, onde aprendi que a simpatia não se restringe apenas a quem conhecemos e onde pessoas com quem nunca tive uma conversa concreta, nos dão os bons-dias com um sorriso nos lábios.

Igualmente dei o meu contributo para a sociedade, concretizando o sonho de fundar um Grupo de Escoteiros e fazendo, actualmente, parte da equipa da Junta de Freguesia com os meus amigos Miguel Sousa (Presidente) e Patrícia Costa (Secretária).

Para mais informações sobre esta freguesia basta clicar em http://fsbarbara.no.sapo.pt.

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RIBEIRA GRANDE

Formosa cidade nortenha da ilha do Arcanjo S. Miguel, onde a pronúncia dos seus filhos é reconhecida em qualquer ponto do País, sou orgulhoso de ser fuseiro e espero o dia de ver a minha cidade no local de destaque que tanto merece no panorama micaelense.

Situada na costa norte da ilha do Arcanjo, esta cidade e respectivo Concelho possuem uma vasta oferta para o turismo rural, que vai desde as suas praias até às suas montanhas, com destaque para o Areal de Santa Bárbara e para a Lagoa do Fogo. Vale a pena visitá-la pessoalmente, mas se não puder, dê uma olhada em http://www.cm-ribeiragrande.pt/!

Poderia ter um "trabalhão" e ir pelas páginas já publicadas sobre a Ribeira Grande e, como que, plagiar o que lá existe, mas optei por tentar colocar nesta página algo novo e, se possível, original, ao mesmo tempo disponibilizando links para as páginas já existentes sobre a Ribeira Grande - algumas podem já não estar activas - e sobre o que por cá se faz a nível socio-cultural, de desporto, comércio e indústria, comunicação social.

Páginas pessoais

José António Pereira Garcia

José Pacheco (Ribeira Grande Digital)

Hélder Correia

http://www.terravista.pt/aguaalto/1122/

http://www.terravista.pt/aguaalto/1449/

 

Educação, sociedade e cultura

AEP - Grupo de Escoteiros n.º 196

Associação Humanitária Bombeiros Voluntários da Ribeira Grande

Casa do Povo do Pico da Pedra

Centro de Informática e Tecnologia de Rabo de Peixe

Escola Básica 2,3 Rui Galvão de Carvalho

Escola Básica 3/Secundária da Ribeira Grande

Escola Básica 3/Secundária da Ribeira Grande - Projecto "Ciência Viva"

Escola Básica 3/Secundária da Ribeira Grande - Clube do Ambiente

Escola Básica 3/Secundária da Ribeira Grande - Clube de Inglês

Insulac, Produtos Lácteos, Lda.

Lions Clube da Ribeira Grande

Museu da Ribeira Grande

Santa Casa da Misericórdia do Divino Espírito Santo da Maia

 

Desporto

Clube Karate-do Ribeira Grande

 

Comércio e indústria

A. R. Casanova & Filhos, Lda

Advogado Eduardo da Silva Vieira

ATP  -Produções & Publicidade

CM Import&Export - Sua nova loja na Ribeira Grande

Construções Fernando Terceira, Lda.

Nuno Silva & Natalícia Maré, Mediação de Seguros, Lda.

Óptica Central da Ribeira Grande

Pizzarias A Paparoca

Residencial da Ribeira Grande

Restaurante Lagoa do Fogo

Restaurante Silva

 

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AÇORIANOS

Gente que foi, gente que voltou, gente que criou, gente que levou o nome da sua terra mais longe. E mais distantes ficaram dos seus, privando-se do conforto da companhia dos familiares e amigos. Por amor à terra, não se envergonham de serem chamados de AÇORIANOS!!! Dedico, portanto, esta secção àqueles açorianos que se destacaram e que ainda se destacam em várias áreas, a nível local, regional, nacional e mesmo mundial.

Para consultar informações sobre estes açorianos, basta clicar sobre a foto ou nome respectivo. Para voltar ao topo, basta clicar sobre o link no final de cada descrição.

Quem tiver informações, ou açorianos que não estejam nesta lista, envie-me um e-mail, que eu terei todo o gosto em inserir essa informação nesta página.

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Pedro "Pauleta"

Nelly Furtado

Mota Amaral

Sandro G

Nuno Bettencourt

Natália Correia

Jaime Gama

Medeiros Ferreira

Fernando Balsinha

Lúcia Moniz

 

Carlos Alberto Moniz

 

Antero de Quental

 

Vitorino Nemésio

 

João de Melo

Roberto Ivens

Manuel de Arriaga

 

Canto da Maia

 

Domingos Rebelo

 

 

Há outros açorianos que se distinguiram e ainda se distinguem na vida açoriana, portuguesa, internacional e mundial, mas que ainda não consegui informações sobre eles.

Se alguém tiver informações, é só mandar um e-mail para sputnik_2000@hotmail.com.

        - José Eduardo Moniz (TVI)

        - Roberto de Mesquita

        - Luís Bettencourt (irmão de Nuno Bettencourt)

        - Canavias (orquestra metropolitana de LX)

        - Roberto Carvalho (repórter numa estação de TV americana)

        - Pedro Bicudo (correspondente da RTP em Washington)


Pauleta

Pedro Miguel Carreiro Resendes, mais conhecido por Pauleta, é, provavelmente, o açoriano mais conhecido do mundo. Nascido a 28 de Abril de 1973, natural de S. Roque, este embaixador dos Açores, teve a sua primeira internacionalização frente à Arménia no dia 20 de Agosto de 1997. Daí para cá tem sido uma constante nas convocatórias da selecção principal do nosso País.
Começou a sua carreira profissional no União Micaelense, depois "mudou-se" para o Estoril, de onde rumou ao Salamanca em 1996. Nessa época foi o melhor marcador em Espanha, subindo com a sua equipa à Primeira Divisão espanhola. Depois uma escalada rápida e de sucesso. Veio o Deportivo La Coruña, onde foi campeão espanhol e venceu a Super Taça em 2000. Depois desse triunfo, continuou a sua carreira em França, no Bordeaux. Actualmente é o avançado do Paris Saint Germain, onde está a ter uma carreira de sucesso.

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Nelly Furtado

Esta jovem açoriana, natural de Ponta Garça, S. Miguel, e radicada em Toronto, Canadá, tem todo o orgulho de ser açoriana. Provas disto é a contínua referência ao nosso arquipélago nas entrevistas e a bandeira da Região que ostenta orgulhosamente no seu violão. O seu local preferido para as férias: a sua terra natal. É preciso dizer mais?

Fan Club: http://nelly.clix.pt

Website oficial: http://www.nellyfurtado.com

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Mota Amaral

De nome completo João Bosco Soares Mota Amaral, nasceu 15 de Abril de 1943 e é actualmente o Presidente da Assembleia da República, eleito deputado da República pelo Partido Social Democrata, no Círculo Eleitoral dos Açores, este advogado, com Licenciatura e Mestrado em Direito exerceu vários cargos. A saber, Chefe de Redacção da revista Rumo (1965/1969); Membro do Centro de Estudos Fiscais (1969/1975); Deputado à Assembleia Nacional (1969/1974); Membro fundador do PPD nos Açores (1974); Deputado à Assembleia Constituinte; Presidente do Governo da Região Autónoma dos Açores (1976/1995); Membro e Presidente da Delegação Portuguesa ao Congresso Permanente dos Poderes Locais e Regionais da Europa (1979/1995); Presidente da Comissão das Ilhas da Conferência da Regiões Periféricas Marítimas da Comunidade Europeia (1994/1995); Vogal da Comissão Permanente da Assembleia das Regiões da Europa; Chefe da Delegação Portuguesa no Comité das Regiões; Vice-Presidente do Comité das Regiões (1994/1995).
Exerceu, por inerência, os cargos de: Conselheiro de Estado, Membro do Conselho Superior de Defesa Nacional, Membro do Conselho Superior de Segurança Interna, Membro do Conselho Superior de Informações e Membro do Conselho Nacional de Planeamento Civil de Emergência; Deputado à Assembleia da República nas I, II, III, IV, V, VI, VII e VIII Legislaturas (com mandato suspenso até 1995); Vice-Presidente da Assembleia da República nas VII e VIII Legislaturas; Vice-Presidente da Delegação Portuguesa à Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa e da União da Europa Ocidental e Presidente da Subcomissão dos Poderes Locais e Regionais (1996/1999); Presidente da Comissão de Acompanhamento do Cumprimento das Obrigações dos Estados Membros do Conselho da Europa (1999/2002); representou o Presidente da Assembleia da República em diversos eventos de carácter internacional; eleito Conselheiro de Estado em Dezembro de 2001; Presidente da Comissão Política Regional do PSD/Açores (1976/1995); Vice-Presidente da Comissão Política Nacional do PSD (1995/1996); Presidente do Conselho de Jurisdição Nacional do PSD (1996/1999); Presidente do Conselho de Administração do Instituto Francisco Sá Carneiro desde 2001.
Recebeu várias Condecorações e Louvores. Nomeadamente, a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique (1984); Grande Oficial da Ordem de Mérito da República Francesa (1989); Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo (1995); Grande Oficial da Ordem Nacional de Mérito da República Federal da Alemanha (1998); Grã-Cruz da Ordem de Mérito da República da Hungria (2002)
Publicou várias obras: O Desafio Insular, 1990; Natal Açoreano, 1993; O Caminho da Vitória, 1994; Autonomia e Desenvolvimento - Um Projecto para os Açores, 1995; Em Louvor de Timor, 2002; A Autonomia dos Açores em Acção, 2002. Manteve uma coluna semanal de comentário político no jornal Diário de Notícias desde Janeiro de 1996 até Abril de 2002.
Recebeu ainda vários títulos académicos e científicos: Mestre em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade Clássica de Lisboa e Doutor Honoris Causa em Ciências Económicas pela Universidade dos Açores.

 

Fonte: http://www3.parlamento.pt/deputados/biografia_ix/bio390.html

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Sandro G

Nascido em São Miguel, este rapper natural de Rabo de Peixe, cresceu na cultura rica desta ilha, à beira mar embalado pela voz doce da mãe ecoando pela casa enquanto cantava.

Em 1984, a família emigra para os Estados Unidos, mais concretamente para East Somerville, em Massachussets. Aí toda a família lutou para vingar na vida e onde Sandro G recebeu as lições de vida nas ruas de Somerville e Cambridge.

 

Fonte: http://indecentmusic.com/artists/sandro

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Nuno Bettencourt

Este terceirence nascido a 20 de Setembro de 1966, na Praia da Vitória, mudou-se com a família para Boston com a idade de 4 anos. Casou na Vila Franca do Campo, S. Miguel, no dia 27 de Agosto de 1994 com a cantora australiana Suze deMarchi.

Antes de vingar na vida como cantor, trabalhou numa estação de serviço, nas limpezas num edifício de Segurança Social e inspector numa das fábricas da famosa Cervejaria Coors.

Alcançou maior sucesso com a banda americana Extreme, mas antes disso teve um percurso musical que passou pelas bandas Overseas, Myth, Viking, Ruin e Sinful. Actualmente, incorpora o projecto Mourning Widows. As suas influências são Queen/Brian May, Prince, Jimmy Page e o seu irmão Luís. A guitarra é o seu instrumento de eleição, mas está à-vontade com outros instrumentos como viola-baixo, bateria, teclas, enfim, praticamente tudo onde possa por as mãos e que sirva de instrumento musical, para além de se sentir à-vontade como voz principal ou acompanhante.

 

Fonte e website oficial: http://www.nuno-bettencourt.com

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Natália Correia

Nasceu na ilha em Ponta Delgada, ilha de São Miguel em 1923 e faleceu em Lisboa em 1993. Personalidade intelectual versátil, dedicou-se a vários géneros, além de marcar a sua presença na política e na imprensa. Sua produção abrange a poesia, o romance, o teatro, o ensaio, memórias, relatos de viagem, organização de antologias e colaboração em vários jornais e revistas.

Embora tenha começado pela literatura infantil (A Grande Aventura de um Pequeno Herói, 1945) e pelo romance (Anoiteceu no Bairro, 1946) foi na poesia que encontrou a expressão mais depurada de seu temperamento a um só tempo lírico e irónico, características acentuadas a partir de Dimensão Encontrada (1957) e em suas obras dramáticas. Dentro dessa linha, que a tendência surrealista da poesia portuguesa pós-1950 vem sublinhar, compôs grande parte de sua obra poética, revelando um discurso lírico insólito e singular a oscilar entre a linguagem alegórica e a voz interventora. Estão neste caso, por exemplo, Passaporte (1958), o longo poema Cântico do País Emerso (1961) e mais tarde Mátria e Maçãs de Orestes (1970).

Em seu livro Poemas a Rebate, publicado em 1975, chama, na introdução, ao conjunto de seus “poemas indóceis” de “pentagrama de indignação”. Indignação constante é o que não falta á obra de Natália Correia seja motivada pela censura que a amordaçou por longo tempo, seja por uma insurreição natural a todos os engodos ideológicos da organização social. A capacidade de abranger, contudo, várias expressões líricas, bem como sentimentos e visões aparentemente opostos, entre a subjectividade romântica e a objectividade realista, levaram-na à composição, nos dois últimos anos, de Sonetos Românticos (1991, Grande prémio da Poesia APE/CTT), na poesia, e ao romance As Núpcias (1992). No primeiro, parece voltar à primeira fase de sua expressão em virtude da abstracção do objecto lírico, não obstante, agora, mais intelectualizada, beirando certo misticismo da criação poética, da escrita, da expressão verbal. Por isso, define o soneto como “misterioso nó que em sacra escrita / cimos e abismos une”. Abismos, que enfim, de onde sempre procurou garimpar a sua “aurífera” poesia.

 

Fonte e website oficial: http://www.leme.pt/biografias/portugal/letras/nataliacorreia.html

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Jaime Gama

De nome completo Jaime José Matos da Gama, este deputado da Assembleia da República eleito pelo PS no Círculo Eleitoral de Lisboa, nasceu no dia 8 de Junho de 1947.
Este professor licenciado em Filosofia desempenha o cargo de Membro da Comissão Nacional e Secretariado Nacional do PS, para além, claro, de deputado.
Outros cargos exercidos foram de Ministro da Administração Interna (1978); Ministro dos Negócios Estrangeiros (1983-1985 e 1995-2002); Ministro da Defesa Nacional (1999); Ministro de Estado (1999-2002); Membro Fundador do Partido Socialista, integrou várias das suas direcções; Presidente da Comissão dos Assuntos das Regiões Autónomas na Assembleia Constituinte (1975-1976); Presidente da Comissão Parlamentar dos Negócios Estrangeiros (1976-1978); Presidente da Comissão Parlamentar de Defesa Nacional (1986-1991); Presidente do Conselho de Administração da Livraria Bertrand (1990-1991); Membro da Presidência do Conselho Geral do IEEI; Membro do Conselho Consultivo da Fundação Oriente; Membro da ACODA; Deputado à Assembleia da República nas I, II, III, IV, V, VI, VII e VIII Legislaturas
Recebeu várias Condecorações e Louvores. Nomeadamente, a Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo; Grã-Cruz da Ordem do Infante; Grã-Cruz da Ordem de S. Miguel e S. Jorge; Grã-Cruz da Soberana Ordem Militar de Malta.
Tem publicada apenas uma obra, Política Externa Portuguesa (1983, 1995/99 e 1999/2002).

 

Fonte: http://www3.parlamento.pt/deputados/biografia_ix/bio172.html

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Medeiros Ferreira

José Manuel de Medeiros Ferreira, deputado da Assembleia da República eleito pelo PS no Círculo Eleitoral dos Açores, nasceu no dia 22 de Fevereiro de 1942. Este Professor Universitário doutorado em História Institucional e Política desempenha o cargos de Membro da Comissão Política do Partido Socialista, para além, claro, de deputado.
Já exerceu os cargos de Dirigente Estudantil (1961-1965); Deputado à Assembleia Constituinte (1975); Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros (1975-1976); Ministro dos Negócios Estrangeiros do I Governo Constitucional; Deputado ao Parlamento Europeu, (1986-1989); Presidente da Comissão de Assuntos Europeus na VII Legislatura; Presidente da Comissão de Negócios Estrangeiros (Out. Dez. 1985); Vice-Presidente do Grupo Socialista; Deputado à Assembleia da República.
Recebeu várias Condecorações e Louvores. A saber, a Grã Cruz da Ordem da Liberdade; Grã Cruz da Ordem do Infante D. Henrique; Grã Cruz da Ordem do Cruzeiro do Sul; Grã Cruz da Ordem do Libertador; Grã Cruz da Ordem de Isabel a Católica; Prémio Gustave Ador de História da Universidade de Genebra (1972).
Publicou várias obras: Da Necessidade de Um Plano para a Nação , Aveiro 1973; Elementos Para a Política Externa do Estado Democrático; 1976; Código Genético do Estado Democrático,1981; Estudos de Estratégia e Relações Internacionais, 1981; Ensaio Histórico sobre a Revolução de 25 de Abril, 1983; A Posição de Portugal no Mundo, 1988; O Comportamento Político dos Militares, 1992; Portugal na Conferência de Paz, 1992; Portugal em Transe, 1994; A Nova Era Europeia, 1999; Com os Açores no Dobrar do Século, 1999.
 

Fonte: http://www3.parlamento.pt/deputados/biografia_ix/bio1469.html

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Fernando Balsinha

Este açoriano, infelizmente, já não se encontra entre os vivos. Faleceu no dia 7 de Março de 2003, aos 55 anos vítima de doença prolongada.

Licenciado em Relações Internacionais pela Universidade Independente era também docente da cadeira de Tecnologia da Comunicação II, do 3º ano do curso de Ciências da Comunicação nesta.

Fernando Balsinha era principalmente conhecido pelo trabalho que prestou na televisão. A sua paixão pelo jornalismo era evidente pela dedicação que mostrava em tudo o que fazia profissionalmente. Iniciou a sua carreira na RDP no início dos anos 70, depois de ter desistido da licenciatura de Medicina, quando frequentava o último ano do curso. Em 1973 entra para os quadros da RTP e foi o primeiro a anunciar, em 25 de Abril de 1974, que o Movimento das Forças Armadas ocupara os estúdios da televisão pública e a queda do governo de Marcelo Caetano.

Na televisão do Estado começou a trabalhar como redactor, passou pelo cargo de Director de Informação e, em 1995, pertenceu ao Conselho de Administração. O último cargo que ocupou na estação foi o de director de Relações Internacionais. Fernando Balsinha foi, ainda, correspondente da RTP na delegação que fundou, em Bruxelas, por um período de cinco anos. Foi na capital belga que Balsinha se interessou pelos assuntos europeus.

Em 1992, na altura da primeira presidência portuguesa do Conselho Europeu de Ministros, foi porta-voz deste órgão. Nos anos seguintes, quando João de Deus Pinheiro assumiu o cargo de Comissário Europeu, foi também assessor de imprensa do ex-Ministro dos Negócios Estrangeiros.

 

Fonte: http://www.uni.pt/novidades/arquivo/03_10_2003.htm

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Lúcia Moniz

Por ser filha de Carlos Alberto Moniz, a vida de Lúcia Moniz sempre esteve ligada à música. Por isso, logo aos 6 anos foi estudar para a Academia de Música de Santa Cecília.

Aos 15 anos teve a oportunidade de estudar música durante um ano nos Estados Unidos da América. Lá, entrou para o coro da escola e mostrou algumas das suas composições à professora. Sabias que Lúcia Moniz pôs toda a gente a cantar o "Milho Verde" em português e a ouvir fado? Todos adoraram!

Antes de participar no Festival da RTP da Canção, em 1996, Lúcia Moniz participou em várias produções de discos e para a televisão. Sabias que nessa altura ainda só tinha 18 anos? Pois é, a cantora sempre foi muito independente e que o facto dos pais serem conhecidos não teve nada a ver com o seu sucesso!

Sabes como é que conseguiu entrar na telenovela "A Grande Aposta"? Soube que estavam a fazer audições, telefonou para lá e marcar uma entrevista e fez o "casting" (momento de mostrar que se sabe representar). Concorreu com bastantes pessoas e contracenou com vários actores. Acabou por ser ela a escolhida!

Para além de televisão, Lúcia Moniz também já fez teatro. Fez a peça "Leonardo, Barbette, Leo e os Anjos". É importante referir que foi uma das autoras da música deste espectáculo, juntamente com João Henriques.

O primeiro disco, "Magnólia", só chegou em 1999. O álbum tem muita qualidade porque os temas não foram escolhidos ao acaso, foi uma recolha lenta e trabalhosa. Foram precisos 3 anos, mas valeu a pena esperar!

Foi gravado nos EUA e produzido por Nuno Bettencourt, dos Extreme, que Lúcia considera ser um dos melhores guitarristas do mundo. Por isso foi como tornar um sonho realidade! O primeiro single chama-se "Dizer que Não", seguido de "Try Again", um dueto entre os dois.

O facto mais recente é o facto de ter participado no filme “Love Actually”, onde contracenou com estrelas reconhecidas como Hugh Grant e Ema Thompson.

 

Fonte: http://www.jovem.te.pt/servlets/Lazer?P=Musica&ID=4832

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Carlos Alberto Moniz

Pai da cantora e actriz Lúcia Moniz, Carlos Alberto Moniz é considerado um dos artistas mais completos da cena musical em Portugal. Natural da Ilha Terceira, a sua estreia em Televisão fez-se no final dos anos 60 no Programa Zip-Zip.

Participou em espectáculos em Portugal e no estrangeiro com José Afonso, Adriano Correia de Oliveira e Carlos Paredes, com os quais gravou vários discos.

Autor e intérprete de música para crianças, assina regularmente na Rádio Televisão Portuguesa a música de Programas Infantis e Juvenis como "Fungagá da Bicharada", "Zarabadim", "Era uma Vez", "Mimix", "O Rato dos Livros", "Vamos Cantar um Conto" dos quais se salienta a Direcção Musical dos programas "Com Pés e Cabeça", "Sons do Sol" e "Arca de Noé", para o qual compôs mais de 200 canções originais.

São também da sua responsabilidade as Bandas Sonoras de várias produções para cinema e televisão de onde se destacam de entre outros "Duarte & Companhia", "O Beijo de Judas" , "Crime de Luxo", "Mau Tempo no Canal" e "O Bando dos Quatro", sendo também autor de jingles publicitários e ainda dos arranjos para quase toda a sua produção discográfica e televisiva.

 Escreveu de parceria com José Jorge Letria ao longo de 25 anos, entre outros trabalhos "Rua dos Navegantes" ao qual foi atribuído o prémio "Casa da Imprensa" e a cantata intitulada "Macau m Sonho Oriental", subordinada ao tema da presença dos portugueses no Oriente.

È detentor de prémios de vários concursos a nível da composição e orquestração, nomeadamente "Prémio Marceneiro da Cidade de Lisboa" e "Prémio Lacticoop".

Nos anos de 1990 e 1992 deslocou-se respectivamente a Zagreb e a Malmo na qualidade de orquestrador e director de orquestra da canção representante de Portugal no Festival Eurovisão da Canção.

Em 1991 representou Portugal como autor e intérprete no Festival da Canção em Corfu.

Foi membro da Direcção da Sociedade Portuguesa de Autores por dois mandatos, exerceu durante dois anos o cargo de Consultor para a Programação Infanto-Juvenil da TVI, estação onde manteve durante 17 meses o Programa diário "A Casa do Tio Carlos", considerado pela crítica o melhor programa infantil da televisão portuguesa da actualidade e também de maior aceitação junto do público infantil.

Em Setembro de 1994 regressa aos ecrãs do Canal 1 da RTP como apresentador e compositor do Programa "Arca de Noé".

Comemora em 1999 , 25 anos de autoria de Marchas e Passodobles dedicados à Ilha Terceira.

Foi galardoado com os Diplomas de Mérito da Associação Nacional de Bombeiros e da Liga Protectora dos Animais.

È actualmente o Presidente da Assembleia Geral do Sindicato Nacional dos Músicos.

A sua versatilidade artística e humana proporciona momentos musicais de rara qualidade, quer no âmbito da música popular açoriana, quer no da música infantil. A comprová-lo, 25 anos de carreira dedicados a público de todas as idades, nos meios urbanos e rurais, em Portugal e na emigração.

 

Fonte e website: http://www.terravista.pt/guincho/1491

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Antero de Quental

Antero de Quental (1842-1891) nasceu em Ponta Delgada, Açores e constitui um dos maiores vultos da literatura poética portuguesa. Licenciou-se em Direito na Universidade de Coimbra (1864). Revolucionário de temperamento, foi o ideólogo da sua geração literária, desempenhando papel central na Questão Coimbra e nas Conferências do Casino. Como prosador deixou ensaios sócio-históricos e filosóficos.

Como poeta, o seu lirismo de temática filosófica concentra-se na severidade do sonho, relatando o seu itinerário íntimo desde a dúvida religiosa até ao panteísmo de inspiração orientalista. A autenticidade dolorida do seu lirismo (Sonetos) só tem paralelo na lírica de Camões. Em Odes Modernas adopta um tom mais revolucionário.

Hoje, na sua terra natal há marcos da sua pessoa e personalidade, onde se destacam o Jardim Antero de Quental, a Avenida Antero de Quental e a Escola Secundária Antero de Quental, mais conhecida por "O Liceu".
 

Fonte: http://www.laurapoesias.com/poetas/antero_de_quental_biog.htm

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Vitorino Nemésio
A 19 de Dezembro de 1901, nasce Vitorino Nemésio Mendes Pinheiro da Silva, na Praia da Vitória, Ilha Terceira, Açores. Aos 11 anos inicia os estudos secundários no liceu de Angra. Colabora no Eco Académico. Semanário dos Alunos do Liceu de Angra, desde o n.º 2 (13 de Fevereiro). Funda e dirige Estrela d'Alva. Revista Literária Ilustrada e Noticiosa, também em Angra do Heroísmo. Em 1918 conclui na Horta (Faial) o 5.º ano do liceu. No ano seguinte inicia o serviço militar, como voluntário, em Infantaria, o que lhe proporciona a primeira viagem a Lisboa.

No dia 12 de Fevereiro de 1926, casa com Gabriela Monjardino de Azevedo Gomes, de quem terá quatro filhos, a primeira das quais, Georgina, nasce em Novembro.

A 20 de Fevereiro de 1978, morre em Lisboa, no Hospital da CUF, e será sepultado em Coimbra, no cemitério de Santo António dos Olivais. Publica-se o primeiro estudo em livro que lhe é exclusivamente consagrado: Vitorino Nemésio, a Obra e o Homem, de José Martins Garcia.

Muito mais há a dizer sobre este grande homem açoriano das letras. Para mais informações, é favor consultar o link que se segue.

 

Fonte: http://www.instituto-camoes.pt/escritores/nemesio/biografia.htm

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João de Melo

João de Melo nasceu na ilha de São Miguel, Açores, em 1949 e aí viveu até concluir a instrução primária. Em finais dos anos 50, parte para o continente, a fim de prosseguir os seus estudos. Reside na cidade de Lisboa desde 1967.

Mobilizado para Angola em 1971, esteve vinte e sete meses na guerra colonial como graduado dos serviços militares de saúde, experiência que viria a determinar uma parte significativa da sua futura obra literária. Trabalhando e estudando, foi, sucessivamente, desenhador urbanístico, colaborador da imprensa cultural, técnico de relações de trabalho num sindicato, monitor de Literatura Portuguesa e Francesa na Faculdade de Letras de Lisboa, director editorial e, finalmente, professor do ensino secundário desde que se formou em Filologia Românica pela mesma Faculdade, em 1981. Enquanto escritor, tem-se notabilizado sobretudo como ficcionista, embora tenha obra publicada em domínios como a ensaística, a investigação, a crítica literária, a poesia e a crónica. A sua obra de ficção obteve as seguintes distinções: Prémio Dinis da Luz (atribuído ao romance O Meu Mundo não é deste Reino), Prémio Associação Cultural (ao livro de contos Entre Pássaro e Anjo). Ao romance Gente Feliz com Lágrimas (traduzido na Espanha, França, Holanda e Roménia) foram atribuídos o Grande Prémio do Romance e Novela da A.P.E., o Prémio Eça de Queirós da Cidade de Lisboa, o Prémio Cristóbal Colón das Cidades Capitais Ibero-Americanas (Lima, Peru) e o Prémio Fernando Namora: Prémio Antena 1 de Literatura. Traduzido por Gregory Rabassa, o romance O Meu Mundo não é deste Reino será publicada em breve nos Estados Unidos. João de Melo tem contos e outros textos traduzidos em alemão, francês, castelhano, romeno, italiano e inglês (Estados Unidos).

Obras: Histórias da Resistência (contos, 1975), A Memória de Ver Matar e Morrer (romance, 1977), Antologia Panorâmica do Conto Açoriano (organização, prefácio e notas, 1978), A Produção Literária Açoriana nos Últimos 10 Anos (ensaio, 1980), Navegação da Terra (poesia, 1980), Toda e Qualquer Escrita (ensaios, 1982), Há ou não uma Literatura Açoriana? (ensaio, 1982), O Meu Mundo não é deste Reino (romance, 1983), Autópsia de um Mar de Ruínas (romance, 1984), Entre Pássaro e Anjo (contos, 1987), Os Anos da Guerra (antologia em 2 volumes, 1988), Gente Feliz com Lágrimas (romance, 1988), As Manhãs Rosadas (conto, 1991), Crónica do Princípio e da Água (conto, 1991), Bem-Aventuranças (contos, 1992), Dicionário de Paixões (crónicas, 1994), O Homem Suspenso (1996).

 

Fonte: http://www.ipn.pt/opsis/litera/jmelo.htm

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Roberto Ivens

Roberto Ivens foi um explorador, viajante e investigador português nascido nos Açores. Fez dupla com Hermenegildo Brito capelo, em diversas viagens ao interior de África, por terras totalmente desconhecidas para os europeus.

Percorreram os lugares mais remotos, recolhendo notas das suas observações e descobertas, contribuindo as mesmas para a evolução da geografia e meteorologia.

Roberto Ivens (1850-1898), filho de pai português e mãe inglesa.Nasceu a 12 de Junho de 1850 na ilha de S. Miguel nos Açores. 

Veio para o continente muito novo (1867) e apenas com dezassete anos assentou praça na armada. Completou o curso da escola naval em 1870. De seguida, embarcou para a Índia, como aspirante a bordo da Corveta "Estefânia", na tentativa de fazer parar a revolta das tropas de Goa. Voltou dessa viagem promovido a guarda marinha e, logo a seguir à sua chegada a Lisboa, partiu para Angola na corveta "Duque da Terceira". 

Na costa angolana percorreu os postos principais embarcando na canhoneira "Rio Minho" e na escuna "Napier".

Estava em S. Tomé quando, em 1864, o transporte "Martinho de Melo", o trouxe para Portugal. 

Nesse mesmo ano embarcou novamente na corveta "Duque da Terceira" tendo ido a S. Tomé, ao Pará, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e Montevideu. Voltou a embarcar para os Estados Unidos em 1876.

Participou em várias explorações em África. Em 1877 foi nomeado juntamente com Hermenegildo Capelo e Serpa Pinto, para exploração, estudo e descobrimento no interior de África, nos territórios compreendidos entre Angola e Moçambique. Efectuou juntamente com H. Capelo, no âmbito dessa nomeação duas explorações em África do que resultou o livro: "De Angola à Contra-Costa". 

Um dos objectivos dessas explorações era tentar estender o domínio português entre Angola e Moçambique originando o famoso Mapa-cor-de- rosa. 

Roberto Ivens, oficial da Marinha de guerra e famoso explorador de África, celebrizou-se mundialmente nas suas viagens de descoberta, exploração científica e travessia do continente africano. 

Na célebre travessia foram percorridas 4.500 milhas geográficas, 1.500 das quais por regiões ignotas, tendo feito numerosas determinações geográficas, observações meteorológicas, colheitas de fósseis, minerais, conchas terrestres e fluviais, colecções botânicas etc... 
 

Fonte: http://educom.fct.unl.pt/proj/por-mares/roberto-ivens.htm

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Manuel de Arriaga

Nascido na cidade da Horta, na ilha do Faial a 8 de Julho de 1840, este advogado distinto, poeta, escritor e antigo deputado era filho de D. Sebastião de Arriaga Brum da Silveira e de D. Maria Cristina de Arriaga Caldeira. Foi, simplesmente, o primeiro Presidente da nossa República. 

Matriculado no Universidade de Coimbra, na faculdade de direito, fez um curso brilhantíssimo, afirmando-se logo nas lições dos primeiros anos como tribuno, revelando as mais distintas qualidades oratórias a par de não menores qualidades de talento. Terminando o curso, foi para Lisboa e abriu banca de advogado, e, com a fama que já o acompanhava, facilmente se tornou bem conhecido pelas causas de que se encarregava com a maior felicidade, sendo considerado como um dos melhores advogados de Lisboa. Depois de uma vida extremamente preenchida nos campos da política e da advocacia, faleceu no dia 5 de Março de 1917.

 

Fonte: http://www.arqnet.pt/dicionario/arriagamanuel.html

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Canto da Maia

Ernesto do Canto Faria e Maia nasceu em Ponta Delgada, ilha de São Miguel, no ano de 1890. Era filho de António Cardoso de Faria e Maia,  por sua vez, filho do Visconde de Faria e Maia, e sua mãe, Maria Ernestina, tinha como pai o intelectual e historiador Ernesto do Canto. O ambiente familiar era propício à cultura sustentado por  desafogo financeiro.

Na formação do artista teve grande influência sua mãe que terá transmitido ao filho a sua inquietação intelectual. A importância da mãe como centro de afectos e de propostas intelectuais e as características da ilha com a sua pujança telúrica e vegetal moldaram o carácter do escultor que, durante toda a vida, terá dois pólos geográficos e culturais interactivos com fundamental importância no seu pensamento: S.  Miguel e Paris.

Em 1907, Canto da Maya termina o curso dos liceus e matricula-se na Escola Superior de Belas Artes. Conclui o Curso Geral e matricula-se em Arquitectura. Em 1912 participa na 1ª Exposição dos Humoristas Portugueses ao lado de vários artistas como Cristiano Cruz, Jorge Barradas, Almada Negreiros, e muitos outros, no que pode ser considerado como a primeira manifestação do Modernismo em Portugal.

1919 é um ano chave na carreira do escultor. Casa com Mathilde que será seu modelo em algumas obras importantes, faz a sua primeira exposição individual e define o seu estilo. Em 1933 Mathilde e Canto da Maya separam-se. Os filhos acompanham a mãe. Em 1938, casa com uma exilada russa, Vera Pouritz, que será a sua companheira até morrer. Em 1977, morre Vera. Em 1981 morre Canto da Maya.

Durante a sua longa carreira recebeu vários prémios. A saber,  Menção Honrosa na 11ª Exposição da Sociedade de Belas Artes (1914), Medalha de 2ª Classe , em Escultura, da Sociedade Nacional de Belas Artes (1916), Medalha de Ouro pela decoração dos Estúdios Pomone dos Armazéns Bon Marché e Diploma de Honra pelas estátuas Pomona e Flora nos jardins do Pavilhão da Cidade de Paris (1925), Grand Prix da Exposição Internacional das Artes e Técnicas na Vida Moderna,  em Paris (1937), Condecoração com o grau de Oficial da Ordem Militar de Santiago de Espada (1941), Prémio Manuel Pereira do Secretariado de Propaganda Nacional (1944) e Eleito Vogal Honorário da Academia Nacional de Belas Artes (1966).

 

Fonte: http://www.eb23-canto-maia.rcts.pt/biografia.htm

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Domingos Rebelo

Domingos Maria Xavier Rebelo nasceu em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, a 3 de Dezembro de 1891. Era filho de José Eduardo Rebelo e de Georgina Augusta Pereira Rebelo. Foi casado em primeiras núpcias com Maria do Carmo Berquó de Aguiar, natural de Ponta Delgada que faleceu sem deixar descendentes. Em segundas núpcias casou-se com Josefina Correia, natural de Viseu, de quem teve cinco filhos. Desde muito novo revelou propensão para o desenho e para a pintura.

Com apenas treze anos de idade iniciou-se publicamente no mundo das artes como amador, através da exposição de um quadro na montra da Loja Duarte Pereira Cardoso, sita à rua Nova da Matriz, actual António José de Almeida. Tal facto mereceu a atenção dos Condes de Albuquerque que viriam a custear os seus estudos em Paris, para onde partiu com a tenra idade de 15 anos, onde viveu durante 6 anos.

Durante a maior parte da sua vida em Ponta Delgada, residiu na antiga Rua Papa Terra, em frente à Escola que hoje ostenta o seu nome. No longo percurso dessa instituição - Escola de Artes e Ofícios Velho Cabral, Escola Industrial e Comercial Velho Cabral, Escola Industrial e Comercial de Ponta Delgada e actual Escola Secundária Domingos Rebelo, desde 1 de Janeiro de 1979 - em três momentos distintos se fez sentir a presença do pintor: primeiro como aluno, depois como professor e ainda como director. Foi ainda professor de desenho do então Liceu Nacional de Ponta Delgada.

Foi membro da Sociedade Nacional de Belas Artes de que foi director e vogal da Academia Nacional de Belas Artes entre 1947 e 1970 e a partir dessa data vogal honorário.

Domingos Rebelo faleceu em Lisboa no dia 11 de Janeiro de 1975.

 

Fonte: http://www.terravista.pt/aguaalto/2366/doming1.html

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